Evento - Festival do Pacto das Guildas VII

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Evento - Festival do Pacto das Guildas VII

Mensagem  Sistema em Outubro 21st 2013, 21:57

Mais uma vez o dia mais esperado de Ravnica chegara, aquele único do ano em que, ao menos em tese, as dez guildas do plano cidade se uniam num objetivo comum: festejar. E os festejos não eram poucos, e nem deveriam ser, pela manhã partiam os desfiles, milhares de transeuntes em vestes brancas saíam pelas infinitas alamedas e quarteirões com flores e lenços para simbolizar a paz, seguido deles vinham as fanfarras, das guildas ou de cidadãos comuns, afinal era um dia de festa, não haviam diferenças, eram apenas todos ravnicanos. O silêncio deixava de existir até nos corredores frios de Nova Prahv, crianças correndo por todos os lados com prendas, justas de mentira sendo encenadas por bufões, e os festejos não duram apenas durante o dia, afinal uma das horas mais esperadas é a grande queima de fogos, marco do início das festividades noturnas, evento que inclusive começava agora.

Não eram raros os magos izzets se queimando e explodindo imprudentemente junto aos fogos, e enquanto o céu brilhava de cores e sons as ruas próximas à praça central eram preenchidas por barracas de todas as formas e tamanhos, que vendiam desde pequenas lembrancinhas e amuletos até grandes canecas de hidromel e pernil de javali salgado. Artistas também aproveitavam a ocasião pra expor seus talentos, cítaras e alaúdes faziam o ritmo das danças, quando não ilusionistas e seus truques de mãos para as crianças pasmarem-se e irem espantadas puxar as vestes de seus pais para compartilharem do momento. A guilda rakdos era particularmente a mais numerosa da fase noturna do festival, malabaristas, equilibristas e lançadores de facas atraíam uma grande roda de público ao redor, e quanto mais perigoso o truque, maior a chuva de moedas.

E assim o festival estava em seu ápice, jogos, dança, comida. Ravnica permitia-se uma trégua por ano para que diferenças fossem esquecidas, ainda que por horas, afinal o plano cidade carecia de diversão de vez em quando, assim como todos os seus moradores.
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Re: Evento - Festival do Pacto das Guildas VII

Mensagem  Cyrus em Outubro 21st 2013, 22:12

Cyrus ajeitava seus óculos escuros enquanto olhava para cima a explosão de fogos, sem dúvida era a sua parte favorita do festival, afinal o que seria mais belo e izzet do que uma explosão de cores e barulhos diversos? Ele sorria discretamente com o pensamento, e lembrava-se dos preparativos em Nivix na semana anterior, goblins correndo por todos os lados atolados de pólvora e pergaminhos, os membros jovens riam e disputavam quem faria a chama mais viva e mais barulhenta, no final do dia sempre acabavam na enfermaria com emplastros simic por todo o corpo.

{Pensamento: Como é boa a felicidade tênue de momentos simples...}

O meio-dragão então tomava um gole de chá gelado de sua caneca, o álcool embaralhava seus pensamentos, como se já não fossem confusos o bastante, era melhor evitar. E então partia num passo leve por entre as pessoas, sempre olhando para cima admirado com a ciência de sua guilda, seu íntimo até achava que era uma perda de tempo a dedicação de pessoal para uma festividade quando poderiam estar empenhados em novas descobertas, mas o que sabia ele de diversão? Talvez deveria se preocupar menos... ser um pouco mais criança, tentar alcançar ainda que pouco, a infância que nunca teve. Tomava então mais um gole e caminhava.
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Re: Evento - Festival do Pacto das Guildas VII

Mensagem  Juliette em Outubro 23rd 2013, 23:14

Juliette coçava insistentemente o nariz irritado com as costas da mão, e gargalhava para o lado aonde estava sentada sua amiga, estavam ali desde o entardecer do festival, a escadaria parecia suja e desconfortável no início, mas agora parecia um sofá luxuoso de conforto, ambas carregavam garrafas e se divertiram bem a tarde toda.

Olhá lá Jules! os fogos começaram!

A ladina então tirava uma mecha que caíra na frente do rosto, e olhava para cima, as explosões izzets faziam seus shows.

Sinceramente cheré? Acho eles uma mérde! Hahahahaha!

E caía para trás rindo.

Mas eles significam musique!

Então num sobressalto meio desajeitado a dimir punha-se de pé, arrumava o cabelo, as tranças já estavam meio-malfeitas, achou melhor então fazer um coque.

Vai lá, eu vou curtir os fogos aqui mesmo! Estão tão brilhantes! Hahahaha

Juliette então saiu rebolando até a praça aonde encontrou um grupo animado de elfas dançando, agarrou o copo de um guerreiro que passava perto a troco de uma piscadela e pôs-se a dançar sensualmente de olhos fechados em meio às outras garotas de orelhas pontudas.

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Re: Evento - Festival do Pacto das Guildas VII

Mensagem  Magnus em Outubro 25th 2013, 19:27

Finalmente! O dia do grande festival havia chegado e aquele seria o primeiro ano que Magnus participaria dele desde que passou a fazer parte da Grande Legião. Diferente dos outros pouquíssimos anos que frequentou - no máximo três -, dessa vez o boros estava com alguns bons zinos no bolso e uma cabeça bem melhor para comemorações

Magnus: Que esta noite cumpra as expectativas que tenho, preciso relaxar... Muito!

Sussurrou para o nada enquanto caminhava por entre as animadas pessoas pelos corredores enfeitados, seus 2 metros de altura certamente faziam com que ele chamasse a atenção, mas dessa vez não como um brutamontes boros, apenas um... Cidadão brutamonte. Estava a paisana, com trajes confortáveis que realçavam seus traços corporais. Uma calça de couro simples, tal como as botas, completavam o figurino. Continuou a andar, comprando uma bebida em um ambulante próximo e seguindo em frente


(Imagem meramente ilustrativa)

Não demorou muito para que os fogos começassem a iluminar e enfeitar os céus da grande cidade, certamente algo de beleza extrema, tão facilmente explicados como explosões coloridas, mas tão complexos que somente os seguidores do dragão eram aptos para cria-los. Magnus Estava encantado, seus olhos estavam nos céus e mal notou que havia parado no meio da praça para ver os fogos, sua atenção estava completamente voltada para a festa de cores, até que alguém, sem nenhuma justificativa, lhe toma a bebida das mãos (Juliette) e segue para dançar com um grupo de elfas

Pensamento: Ah, não tão rápido, senhorita...

O Boros a observou sensualizar com as elfas, algumas riam e participavam da brincadeira e outras apenas assistiam. Magnus sorriu, as curvas da moça sem dúvidas eram um algo mais a ser observado na festa, mas ficar parado ali não ajudaria em nada, então ele calmamente andou rumo a animada desconhecida, ficando proximo o a ela, olhando-a fixamente, enquanto estendia a mão para seu ombro lentamente, chamando-a

Magnus: Olha, você dança muito bem, é formidavelmente bela, mas esse foi meu primeiro drink, então... Que tal você me devolve-lo e eu te pagar uma ou duas bebidas no bar?

Suas primeiras palavras soaram sérias, mas as seguintes vieram com um sorriso bem simples que foi se abrindo aos poucos, tal como uma sútil erguida na sobrancelha direita, sugerindo um caminho e um certo desafio, se é que assim ele poderia chamar.

Ele era péssimo
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Re: Evento - Festival do Pacto das Guildas VII

Mensagem  Juliette em Outubro 27th 2013, 11:24

Juliette dançava e jogava o cabelo para os lados, ela e as elfas desciam até o chão, roçavam seus corpos umas nas outras, e os homens do festival urravam e ficavam loucos a sua volta, homens sendo homens como de costume. Uma mão grande então vinha na direção do ombro da ladina, ela o olhou curiosa e descabelada, era o rapaz que ela havia tomado a bebida das mãos, ao ouvir sua palavras ela sorri sensualmente.

Que tal um outro acordo monsieur?

A dimir então virou o copo com o que restava da bebida, sorvendo todo o seu conteúdo lentamente.

Acho que agora você pode me pagar umas duas ou quatro bebidas no bar... oui?

Sorria e em seguida fazia uma cara de safada, rumando sensualmente até o bar enquanto soltava seus cabelos novamente fazendo uma trança, após alguns passos olhava para trás e dava uma piscadela para Magnus.
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Re: Evento - Festival do Pacto das Guildas VII

Mensagem  Farid em Outubro 28th 2013, 06:32

Finalmente havia chegado o dia do grande festival. Farid havia programado tudo para aproveitar este grande momento, acreditante ser uma das poucas datas em Ravnica em que os corações estariam calmos e repletos de bondade. Durante toda a semana alguns cartazes foram colocados em pontos diversos do grande plano, tanto por Farid quanto por amigos que estavam com ele na causa, a maioria os próprios necessitados


E lá estavam os idealizadores da ideia, no meio do festival, em uma barraca relativamente grande; Farid e três amigos estavam recolhendo tudo que era doado e passando para outros ajudantes mais atrás, enquanto algumas crianças que se voluntariaram espalhavam poucos panfletos que ainda tinham em mãos

Farid: Obrigado, muito obrigado! Sim, tudo arrecadado será compartilhado com os que mais precisam, cada um atendendo as necessidades de cada um. Nós apenas acreditamos e queremos uma Ravnica melhor para todos.

As doanções, como esperado, estavam aumentando aos poucos, a maioria ou quase todos que estavam doando não tinha qualquer guilda, mas faziam o que podiam e com um sorriso expressivo no rosto, já outros pareciam olhar com repúdio, mas eram ignorados por Farid, que se concentrava apenas ali, no que fazia, agradecendo particularmente qualquer doação que recebesse, independente do que fosse
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Re: Evento - Festival do Pacto das Guildas VII

Mensagem  Klattic em Outubro 28th 2013, 13:13

*O som do Festival se ouvia em qualquer ponto da cidade. Das ruas, casas à pontos comerciais, podia se dizer  que até os habitantes da cidade inferior comemoravam, ainda mais porque os Rakdos vivem lá. Eram passeatas, desfiles, gritos de comemoração. Era o festival do Pacto das Guildas.

*Da janela de um prédio baixo, uma alma observava todo o movimento. Um homem de olhar distante e com nostalgia no peito. Klattic estava em silêncio em seu apartamento, apenas observando a janela de seu escritório particular. Mas além de seu incessante tosse, a porta abrindo,  à frente de Klattic, quebrou o silêncio.

-Que raro não te encontrar escrevendo, isso quer dizer que este ano irá conosco ao festival sem relutar?

*Disse uma moça bela, de pele opala e cabelos negros. Era Belissa, uma talentosa maga da guilda Boros. Embora com uma alta patente, ela era assessora de Klattic. Pedido por seu pai, o médico do legionário, pois assim o ajudaria e aprenderia com sua experiência. Essa situação incomum a fez uma dos poucos amigos de Klattic.

-Pff.. Dá última vez que vocês me levaram lá, fomos atacados numa guerra de comida e eu tive que remover um colar de um lagarto pff.. / respondeu Klattic, com um sorriso no rosto.

-Vamos esperar que este ano também seja divertido. Brev Grezar já está nos esperando lá. E ouvimos seu pedido e vamos sem uniforme desta vez. Então... pronto?! -Disse Belissa

-Pff pff, Você poderia ir na frente? Tenho umas coisas a terminar aqui, encontrarei vocês perto a fonte Pff

-Promete?

-Sim Pff.


*Com a partida de Belissa, Klattic deu uma olhada na janela, como se fechasse a tampa de um baú antigo para voltar à realidade. Assim fez a barba, arrumou o cabelo e colocou uma roupa normal. Um casaco de couro marrom com ombreiras azuis, com cores como esta ninguém imaginaria que ele fosse um boros, pensou.

*E assim se tornou mais um cidadão perambulando nas ruas ravnicas.
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(Farid)

Mensagem  Klattic em Outubro 28th 2013, 14:26

*Caminhando entre as ruas, Klattic via todo seu passado, estas lembranças estavam forte. Já estava quase no ponto de encontro quando se deparou com uma barraca grande, onde homens recolhiam doações. Um menino veio lhe entregar um panfleto para sua confirmação.

*Ao ler aquilo Klattic imediatamente amassou  e rasgou o panfleto na frente do garoto. Estava cansado disso. Dedicou sua vida em ajudar pessoas, ganhando cicatrizes no corpo e alma. Por que não podia ter um dia de descanso?

* O garoto ficou espantado, com um olhar assustado. Percebendo a situação negativa que causou, Klattic agachou-se na altura do muleque e sorriu.

-Pff pff, sabe o que é guerra, meu jovem?

*O garoto não respondeu. Klattic prosseguiu

-Pff, não são apenas pessoas querendo vencer pessoas. Está em você. em querer mudar coisas, fazer atos simples à atos nobres Pff.. E a paz é aquele descanso merecido após um árduo trabalho, é copo de água depois de muita sede. Você está em guerra agora, deixando de aproveitar o feriado para ajudar a tenda de doações pff. Pessoas como eu vão amassar, jogar no lixo entre outras coisas esse seu esforço, não se desanime por isso. Pois lhe darei um pouco de paz.

*Klattic puxou de seu sinto um saco de zinos e deu para o garoto sem pensar em quanto havia ali dentro.

-Pff Por isso existe guerra. Beber água sem sede não tem valor. Não há paz sem guerra.

*O garoto com cara perplexa foi embora, levando o saco de moedas para Farid na tenda. Brev Grezar e Belissa chegaram ao encontro do Boros.

-Você percebeu que filosofou algo para um garoto, algo que nem eu, comandante de Ordruun, entendeu? Disse Brev Grezar, um forte e risonho minotauro.

-Pff Sim... estou louco... pff.. por isso não bebo... Alías... alguém poderia me pagar um suco? Estou sem dinheiro pff...
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Re: Evento - Festival do Pacto das Guildas VII

Mensagem  Trizan em Outubro 28th 2013, 19:17

A alegria tomava conta de Ravnica, crianças corriam, famílias comemeravam, membros de guildas saiam às ruas como cidadãos comuns para apenas beber e festejar. Trizan não era diferente, ou melhor, não agiu diferente. O azorius saiu às ruas em busca de entretenimento. Trajando suas vestes comuns de mago de lei, ele ostentava o sinete Azorius no peito enquanto andavas pelas ruas encarando as pessoas, na maioria das vezes com olhar de desprezo.

Rotineiramente Trizan passeava vasculhando as mentes em busca de alguma informação preciosa ou uma receita de bolo de laranja eficiente, no entanto o nível etílico da comemoração fazia com as mentes se tornassem verdadeiros enigmas.

Numa parte bem movimentada da cidade, os fogos já iluminavam a noite levando as pessoas ao delírio... Ou talvez fosse apenas o álcool. Trizan se aproximou de uma barraca que lhe chamou atenção, ele reconheceu um membro de sua guilda, embora o nome deste não parecia ser familiar. Enquanto se aproximava um garoto mal vestido lhe entregou um panfleto.

-Hehe

Trizan se aproximou da barraca e cumprimentou o Azorius cujo nome não era conhecido.

-Boa noite colega, acho fascinante um membro da mais alta guilda desta cidade rastejando aqui fazendo o trabalho dos jardineiros, muito bonito da sua parte. Bom se um dia eu te ver regando flores já sei para onde lhe encaminhar.

Trizan terminou sua frase sorrindo, mas notou que logo ao lado uma figura conhecida dava um show de prolixidade.

-KLATTIC meu velho amigo, que felicidde encontrá-lo por aqui! Não acha que está sendo rude com o pobre garoto, você poderia ter somente entregado a ele algum entorpecente.

Disse o mago sorrindo.

-A propósito pff pff pff acho razoável você considerar tratar essa sua flatulência.
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(Magnus)(Klattic)

Mensagem  Gimmo em Outubro 28th 2013, 19:48

*Gimmo Riv estava ansioso, ele poderá sair do seu Clado para visitar o festival do Pacto das Guildas, algo que ele nunca fez antes. Dr. Darvino Lammarques havia recebido os últimos relatórios de pesquisa do espécime DIS-C3G94.

-Incrível seu mapeamento experimental do Troll Dorso de Esporas! Está exatamente como o de Momir Vig. Você está dominando progressivamente o Cytoplasma, logo poderá experimentar criaturas maiores e mais complexas.[/i]

-Muito Obrigado, Dr. Lammarques! Disse Gimmo, para seu mentor.

*Como uma comemoração ao seu sucesso, esqueça as pendências de amanhã, está de folga! Vá aproveitar o feriado, jovem elfo![/i]

*Gimmo estava como uma criança, nervoso para ir em uma festa, mas com um frio no barriga pela timidez. Em seu aposento ele não dormiu, pensando em como seria o dia seguinte.

-Que sentimentos estranhos, desde que estou aqui eu nunca me senti assim- Pensou. Gimmo não possuía roupas civis, apenas uniforme da guilda, e também nenhum produto estético. Isso foi um dos motivos de sua filosofia durante a madrugada, não sabia como se comportar em público. Mas isso não o impediu. Ficou treinando falas no espelho, gestos, e até mesmo desenhou possíveis eventos que passaria.

*No dia seguinte, seus colegas ficaram surpresos ao verem Gimmo. Ele parecia um cavalheiro, exceto por ter mais de 2 metros de altura e ser verde com olhos azuis. Estava com um uniforme bem ajustado e uma postura muito educada. Todos os elogiaram. O último que o viu foi seu mentor. Dr. Darvino

-Como está elegante, Gimmo Riv! Tenha um ótimo dia!

-Eu terei! Muito Obrigado, Dr. Lammarques!
Disse o ingênuo elfo

*A porta do Clado se abre para o elfo. A luz da cidade até incomoda seus olhos num primeiro instante. Gimmo Riv estava agora entre os cidadãos não Simic, algo que que ele não faz há muitos anos.

-Espero que o mundo não seja cruel com o jovem...Disse a enfermeira vedalkeana Yaradaza
-Também espero... -Prosseguiu Dr. Darvino Lammargues
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Klattic e Trizan

Mensagem  Farid em Outubro 28th 2013, 20:11

As arrecadações estavam cada vez mais intensas, parecia que o álcool e a animação estavam contribuindo para tudo dar certo. Entre agradecimentos e mais agradecimentos o Azorius foi chamado por um dos garotos que havia se voluntariado, que lhe entregou uma sacola cheia de zinos, explicou tudo que ocorreu e deu meia volta, mas antes mesmo de sair, Dahl o chamou

Farid: Ei, pequeno, não se preocupe muito com tudo isso de guerra, os Boros são meio doidos por ela e acabam passando essa loucura para frente, fique tranquilo, a vida é bela e temos um futuro muito bom pela frente, eu posso te garantir. Antes de ir, preciso de um favor - Farid amarrou a sacola novamente, sem retirar um zino sequer e o entregou - Vá até o oficial que lhe deu isso e devolva-o, diga que o dinheiro não irá alimentar as crianças, tampouco protegê-la dos frio, mas agradeça-o, ele o fez por bem, é um bom homem. Agora vá.

Sorriu, vendo o garoto retornar com a sacola para Klattic. Antes mesmo de voltar a fazer algo, um desconhecido surgiu com piadas. Pela forma que chamou Dahl, era um Azorius e seu ar sarcástico e um tanto arrogante confirmaram isso logo em seguida

Farid: De que adianta ter o título de maior guilda se qualquer tipo de benfeitoria é restrita? Ravnica vai muito além dos portões de Phrav, há lugares que nenhuma das grande guildas conseguem chegar, muito menos levar o bem. Enfim, no meio de tanto, alguém tem que fazer alguma coisa, não é? - Sorriu - Já estou regando as flores, meu caro, é apenas uma questão de tempo para elas desabrocharem. Tenha uma boa noite.

O desconhecido se retirou e Dahl voltou então ao seu trabalho, a aquilo que o fazia bem, o bem
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(Magnus)(Farid)(Juliette)(Klattic)(Trizan)

Mensagem  Gimmo em Outubro 28th 2013, 20:19

* Enquanto dentro da guilda Simic Gimmo sentia-se muito bem, nas ruas de ravnica não podia se sentir mais estranho. As pessoas olhavam estranho, crianças se assustavam. Os mais velhos perguntavam "Vig?!" Gimmo timidamente apenas respondia educadamente até se dirigir ao evento. Ver um elfo magro e verde de 2 metros e 20 de altura é muito incomum para um cidadão não Simic.

-Bom dia.. Bom Dia... Não me chamo Vig, tenha um bom dia!

*Ao chegar no evento, Gimmo ficou estático, era muita coisa e muita gente a serem observadas. Tentou se adaptar, imitando as ações de pessoas que julgava preliminarmente mais educadas e importantes. Inicialmente se deparou com a tenda de Farid

-Olá! Aqui está minha singela contribuição. E assim entregou um cachecol para Farid. O cachecol na verdade era de Dr. Lammarques, que Riv pegara emprestado. Mal imaginava o elfo que aquele cachecol tinha grande importância para o Dr...

*Continuando sua caminhada de descobrimento, Gimmo consegue notar uma figura conhecida: Era Magnus, amigo de infância, ao lado de uma moça peculiar(Juliette). Prontamente Gimmo Riv se dirige ao seu velho colega, até se deparar no lugar que Magnus estava. Próximas de belas elfas dançando..

*Gimmo ficou estático, não conseguia tirar os olhos das elfas. Até deixou de prestar atenção que Magnus já saira com Juliette dali.

-Pff pff Nunca pensei que eu veria um Simic sentir atração sexual. Disse Klattic, que estava próximo da cena, junto de Trizan.

-Feromônios fazem coisas engraçadas com a gente... Acho que nunca vi elfas fazendo movimentos com o corpo para me deixar...tão...assim... Disse Gimmo envergonhado

-Pff Então fale com elas e peça uma dança pff.. O não você já tem!. Respondeu Klattic

*Gimmo apenas acenou a cabeça como um "sim", se dirigindo a elas.

-Com licença, belas moças, alguém gostaria de dançar comigo?

*As elfas o olharam com descaso, disseram muitas palavras horrendas de sua aparência, e foram emboras. Gimmo ficou imóvel e em total silêncio, mas por dentro como um vidro estilhaçado.

-Pff.. É... elfas silhanas são muito crueis... Pff Disse Klattic com pena do elfo.
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Juliette

Mensagem  Magnus em Outubro 28th 2013, 20:26

Ah, mulheres... Se algum dia alguém já definiu essa espécie, sem dúvida foi como um mal necessário. Juliette estava a sensualizar de uma forma que fazia todos os homens do local - até alguns elfos - desviarem o minimo que fosse o olhar para ela. Provocativa, sugeriu um novo acordo e ele definitivamente parecia bom. Só parecia

Magnus: Creio que eu seria um tolo em recusar...


E como um marinheiro enfeitiçado pela sereia, ele a seguiu para o bar. Agora de cabelos presos, ela sentou-se em um dos bancos do balcão, logo ao seu lado o Boros, que olhou-a fixamente nos olhos, com um sorriso levemente vitorioso expresso no rosto

Magnus: Bem... Posso saber com quem estou a compartilhar uns drinks? Alias... Gostaria de beber algo especifico, tem algum... Desejo?

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(Farid) (Trizan)(Gimmo Riv)

Mensagem  Klattic em Outubro 28th 2013, 21:00

*Após recuperar os parafusos da cabeça. Klattic fica um tanto desconfortável.
-Pff.. preciso ir ao médico, me tornei um velho louco de guerra...pff

-Sim...está... mas com carinha de rapaz ainda rsrs.
Complementou Belissa, deixando Klattic embaraçado.

*Entre a multidão, um velho conhecido aparece. Trizan. Depois de seu discurso ácido, Klattic o responde.

-Velho amigo, fico feliz que ainda não te esquartejaram... Prefiro ficar com a tosse mesmo... a última vez que fui ao médico eu ganhei uma assessora...Pff Brincadeiras à parte, já me acostumei a esse problema...pff Esta é Belissa, maga da guilda. Brev Grezar você já teve o prazer de conhecer anos atrás...pff

*O garoto da barraca de Farid voltou. Estava notavelmente com receio de falar com Klattic, tentando ser breve...
-Moço.. seu dinheiro. Farid disse que não precisamos de dinheiro, e sim de roupas. Obrigado mesmo assim!
-Pff.. entendo.. Mas fique com estas moedas, você merece! Leve meu casaco então. Desculpe pelas palavras garoto, sou um louco de guerra haha


*Durante a conversa do grupo, Klattic não pôde deixar de ver um conhecido ali próximo. Era o sábio, mas ingênuo, Gimmo Riv. O elfo estava admirado pelas elfas silhanas dançando sensualmente, Klattic não resistiu e comentou.

Pff pff Nunca pensei que eu veria um Simic sentir atração sexual. Gimmo ficou sem jeito, mas de certa forma concordou. Klattic então sugeriu.

-Pff Então fale com elas e peça uma dança pff.. O não você já tem!.

*Dito e feito. Gimmo tentou investir nas moças, mas foi humilhado publicamente...

-Pff.. É... elfas silhanas são muito crueis... Pff, Comentou Klattic

-Pff Por que vim aqui, só tenho dito besteira...Pff Me desculpem...

-Você está tão aprofundado em seu trabalho que está acontecendo isso. Descanse, venha dançar comigo
- Sugeriu Belissa amigavelmente

*Klattic aceitou o convite, segurando sua mão e a acompanhando.
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(Cyrus)

Mensagem  Iras em Outubro 28th 2013, 21:30

Invariavelmente, festas a deixam um pouco triste, não é mesmo, Iras? Quer dizer, não é exatamente um costume de onde você vem - não havia muito o que se festejar. Mas, em ravnica faça como os ravnicos, foi o que você disse para si mesma enquanto se vestia. Seus lábios murmuravam uma canção para si mesma, apenas para distrair a mente - um habito que você pegou desde que colocou os pés nessa cidade. Parece que a música é a unica coisa que é capaz de diminuir a confusão nos seus olhos dispares, garota.

[...]-  And sooner or later it's over
I just don't want to miss you tonight...


Alguma lingua que você aprendeu em suas viagens, alguma letra que esteja matelando sua mente. Seus passos lentos a guiam até a praça, hesitante - para perto de algum grupo dos colegas de guilda - as poucas pessoas com quem você tem alguma simpatia nesse mundo. Todos pareciam felizes - e você sentiu aos poucos essa felicidade a invadir durante a semana. Mesmo que seja paradoxal para você. Seu olhar procura algum foco no meio da multidão que se forma aos poucos. O vestido escuro que você escolheu te incomoda um pouco nesse momento - mas o primeiro estourar a distraiu desses pensamentos - desviando o seu olhar para o céu.


[ And I don't want the world to see me
'Cause I don't think that they'd understand ]


Claro, a canção ainda estava em sua cabeça. Seu corpo inconscientemente tenta se afastar da multidão, apesar dos olhos estarem no céu e a cabeça sabe-se lá aonde. É verdade que estaria mais confortavel em seu tipico couro colado, mas, ora, Iras... Porque você não se deixa relaxar para variar um pouco, garota?  Bom, talvez seja pelo motivo simples a seguir - você sente o esbarrar violento em alguém que estava andando tão distraido quando você. O chá que você acabou derramando sobre si mesma com isso molhou em pouca coisa o tecido parcialmente impermeável do vestido - mas a tragédia maior seria ter machucado alguém

- Me desculpe!

E até então, você não tinha percebido quem era - e quando percebeu, corou levemente, ainda mais encabulada pelo papelão que estava fazendo. Seus lábios se abriram umas duas vezes antes de conseguir falar de novo

- Realmente, me desculpe! Não foi a intenção...!


[When everything's made to be broken
I just want you to know who I am]
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> Farid

Mensagem  Narrador em Outubro 28th 2013, 21:32

O estalo dos saltos era ouvido de longe ao bater contra o solo de ladrilhos da praça, Thysa, olhava de soslaio para o show de fogos de artifício, afinal, era nesta época em que os izzets se endividavam mais e mais para compra suas matérias-primas e lotavam os cofres de Vizkopa, era um belo ciclo o feito pela moeda, ela entrava pequena no bolso mas voltava enorme ao cofre. Um garoto então entrega um folheto para a orzhov, ela ri e vai andando lentamente até a barraca de Farid.

{Pensamento: Um azorius com coração altruísta? Aliás, um azorius com coração? Já foste melhor Nova Prahv...}

Ao se aproximar Thysa notava que a iniciativa do mago estava de fato dando "certo", muitos ravnicanos aproveitavam e doavam roupas, agasalhos e cobertores, andou então nobremente até o azorius.

Boa noite e feliz Pacto das Guildas...

Sua voz tinha um tom de arrogância típica da nobreza, ainda que a linhagem estivesse um pouco mais distante do que Thysa gostaria.

Já lhe ocorreu que os necessitados auxiliados pela sua "iniciativa" são aqueles que não pagam os tributos azorius e com isso não contribuem para o bem de toda Ravnica?... Ou seja... Me parece até injusto para o contribuinte fiel e em dias com suas contas e com a igreja que ele não receba nenhum agasalho... ao contrário do vagabundo... que apenas pede...

Ela então saca o folheto guardado de seu bolso e o olha por instantes, voltando a olhar para Farid.

Ainda há o caso dos pequenos mascates de tecidos e bocados da viela da mosca... quando lucro não tirará das mãos dos mesmos... quantos filhos ficarão sem alimento... quantos negócios minguarão a cada caridade... que sentido tem o trabalho quando se pode ganhar o pão e a roupa apenas pedindo?...

O olhar dela então tornava-se incisivo e penetrante.

Tu valorizas a preguiça e o comodismo... incentiva que mais e mais bocas se juntem a horda de famintos improdutivos... você está prejudicando Ravnica...

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> Magnus

Mensagem  Juliette em Outubro 28th 2013, 21:56

Juliette esperava até o boros encontrá-la no bar, ao ver o mesmo se aproximando descruzou e cruzou as pernas, rápida o suficiente para não mostrar nada mas sensual o suficiente para instigá-lo a olhar e desejar o que estivesse por ali, jogou então a longa trança sobre o ombro direito, e com as mãos ajeitava a franja enquanto olhava para Magnus.

Poderr até pode...

Ela então sorria e terminando com a franja apoiava o cotovelo sobre o balcão direito e a mão sustentava o queixo, sorria para ele animada com a cabeça levemente caída.

Mas tem que merrecerr... Já que até agorra julgo monsieur um mentirroso...

Ela então sorri novamente, esfrega o nariz com a mão esquerda e balança a cabeça.

Não vejo nenhuma boire parra mim no balcão... Vous faz muitas perrguntas... a cada champanhe uma répondre...

Juliette fica esperando pela resposta do boros.
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>Thysa

Mensagem  Farid em Outubro 28th 2013, 22:11

As coisas estavam começando a fluir conforme uma Ravnica comum fluiria. Dahl estava de costas quando ouviu a saudação feminina que era direcionada a ele. O tom arrogante era mais claro que o do cavalheiro que havia chego antes e pelas vestes, mais uma da guilda dos negócios pertencente ao alto nível

Farid: Boa noite, madame e um feliz pacto para...

Antes mesmo de completar, fora interrompido. Ergueu uma sobrancelha com as palavras da desconhecida, inclinando levemente a cabeça para o lado enquanto ouviu o que era dito. As palavras vinham como navalhas, não só para um homem de bem como para um homem que viveu muito do que grade parte dos esquecidos vivem. Ele mantinha a calma, seus olhos variavam de pontos aleatorios ao alto e os olhos daquela que o falava, por vezes balançava a cabeça negativamente, outras ele mexia lentamente em sua barba

Farid: Olha... Com toda certeza já me ocorreu sim que os mais necessitados são os não-contribuintes, assim como também me ocorreu que a maioria dos que estão vivos ou faliram devido a tantos e tantos custos desnecessários ou são descendentes de famílias que simplesmente perderam tudo que tinham por estas imposições da vossa e da minha guilda. A maioria esmagadora já teve algo, mas simplesmente ofereceram tudo que tinham em troca de nada que foi ganho...

Dahl engolia seco e respirava fundo, olhando profundamente nos olhos de Thysa

Farid: A senhorita acha que roupas velhas, comida doada e coisas do tipo iriam ser bem vindas nas casas dos contribuintes? Acha mesmo que trabalhos como os dos mascates são suficientes? Eles também precisam de ajuda, senhorita, eles também sentem fome e frio e por mais impossível que isso possa soar para alguém como a senhorita, eles são bem mais generosos. Eles também ajudam os que precisam ainda mais que eles. Aprendi que quanto menos se tem, mais pensamos no próximo. Nem todos vivem em privilégios.

Novamente engoliu a seco, dessa vez sua voz saiu com um pouco de ironia, mas logo ele se conteve, fechou os olhos por um ou dois segundos e respirou fundo novamente

Farid: O que quero dizer, senhorita, é que essas pessoas não estão desta forma porque querem, eles estão porque não conseguem ver uma saída. Eu tento fazer a minha parte, tento dar um motivo para eles acreditarem que podem sim mudar, porque as pessoas mudam. Tento fazer com que recuperem a fé na existência dos outros, que vejam que Ravnica não é monte de maldade, que há sim um motivo para ao menos tentar... Mas até para isso eles precisam ser ajudados, pois as coisas não são tão fáceis assim... Não são nada fáceis...

Ele coçou a cabeça e mordiscou os lábios

Farid: Não posso exigir que entenda, nem que se imagine no lugar deles, apenas posso pedir que tente, também. Não a culpo, esse lado de Ravnica não é visto por todos, são poucos que conseguem isso... O que eu posso lhe garantir é que Ravnica é muito, muito grande para tão poucos. Existem mais e eles estão por ai...

Engoliu seco uma última vez, olhando-a nos olhos com os seus mareados
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> Iras

Mensagem  Cyrus em Outubro 28th 2013, 22:19

Os fogos já estavam em seu fim, pequenos morteiros assobiavam e marcavam sua presença na noite escura e animada de Ravnica, o meio-dragão contudo limitava-se a admirar e degustar seu chá, a intimidade que tinha com livros e máquinas era inversamente proporcional à sua habilidade em lidar com pessoas e interar-se em meios sociais, não por menos que mantinha seus olhos reptilianos ocultos atrás dos óculos escuros, quanto menos chamasse atenção, melhor, mas pelo jeito ele não estava o discreto o bastante, os talvez estivesse silencioso demais, o tranco o tirou das reminiscências.

Me d-desculpe eu! Eu estava distraído!

Notou então que a linda dama tinha sujado o vestido com seu chá.

Seu vestido, me permita... ahm Iras certo?

Reconheceu então sua companheira de guilda, a conhecia de vista, pequenos papos rápidos, mas não esquecera seu nome, memória expandida e tudo mais, ou será que não? Sentia-se então mais culpado ainda por conhecer a moça que molhara acidentalmente, fora culpado afinal, de uma forma ou de outra.

A culpa foi minha! Eu não devia andar distraído carregando coisas, e, ahm eu sou Cyrus...

Ele envergonhou-se mais, afinal, ainda que não quisesse ser reconhecido, sempre era, ainda mais pelos izzets.

Eh, bem, você já sabe disso né? Me permita resolver um pouco do problema! Por favor!

Ele então curvava-se um pouco, ao baixar o olhar parou para admirar o pescoço e ombros da moça, eram lindos, e combinavam perfeitamente com seu rosto, olhos bicolores, era única, sentiu então algo borbulhar em suas veias, por um instante, pequenas faíscas saíram de seus cabelos, e então meio atrapalhado arrumou os óculos e olhando para o chão explicou.

Eu só vou secar um pouco, pra evitar que incomode e, não, não se preocupe não vai queimar!

Ele então aproxima a mão exalando calor da mancha no vestido de Iras para secá-la.
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(Cyrus)

Mensagem  Iras em Outubro 29th 2013, 21:15

Onde você está com a cabeça, Iras? Quando é que você poderia ser tão desastrada... Oh, deixe para lá - as bochechas, levemente coradas, já lhe são punição o suficiente, e seus pensamentos lhe traem levemente. Claro que você se lembrava dele - quem não lembraria do filho do chefe? Mais que isso, até - talvez você ache a coloração ruiva, tão distante do do tom albino que você carrega nos fios... atr... Certo, não vamos falar sobre isso - seu olhar meio perdido parece já fazê-lo. Entretanto, você sorri quando ele lembra do nome - achava que ele não lembraria, afinal, tiveram conversas menos importantes para que ele se lembrasse.  Você apenas acena positivamente com a cabeça quando ele pergunta o nome, ainda um pouco desconcertada.

- Não, imagine! Eu é que não estava prestando atenção por onde andava! Eu...

E você se cala, lentamente encantada pelos olhos dele. As pessoas costumam olhar muito para os seus olhos por causa da disparidade ciano-rubro - mas os olhos dele lhe encantam a seu modo, mesmo escondidos pelas lentes. Você sente algo como um nó estranho na garganta, mas prefere ignorar isso, tentando puxar algum assunto.

- Ah... Tudo bem, eu agradeço! Eu mesma tentaria fazer isso, se não tivesse certeza que ia acabar me congelando ao invés de secar...

Você tenta, falhamente, descontrair, com a referencia ao bom e velho fogo azulado que lhe acompanha, mas o tom de voz um tanto travado não convence. Vamos, Iras, se recomponha! Você não estaria assim se estivessem falando sobre reagentes mágicos instáveis, dragas de resistência iônica ou magnetrônios de eletropropulsão. Mas está assim, feito uma idiota, por apenas uma mancha no vestido! Vamos! Reaja!

- ...Eu, bem... Isso também foi minha culpa. Me permite... me desculpar lhe pagando outro chá?

Boa tentativa. Ao menos, parece uma boa tentativa. Apesar de você parecer uma mera garotinha embaraçada, e não a furiosa maga escarlate que todos conhecem - e metade dos homens de Ravnica teme.
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(Farid)

Mensagem  Gimmo em Outubro 30th 2013, 17:37

Gimmo, ainda abatido, senta no banco para refletir. Nunca tinha tomado um fora de uma moça antes.
-Então.. elas me acharam estranho? Nunca tinham visto alguém como eu? Mas e se minha imagem fosse comum, elas me achariam estranho mesmo assim? E se todos fossem como eu, eu não seria estranho! Mas isso nunca daria certo... Mas... preciso fazer isso! Como disse Klattic, o não eu já tenho!

*Empolgado numa ideia maluca, mas mirabolante, Gimmo começa a tramar. Pegou emprestado e escondido um barril já vazio de bebidas, acrescentou água da fonte e juntou algumas misturas esverdeadas que estavam com ele.
-Está pronto! Um delicioso refresco de Tutti-Frutti! Agora isso/ Olhou para gota cristalina de citoplasma, o maior poder de Gimmo, e a misturou no suco.

-Se tudo der certo, bastará uma molécula do citoplasma tocar no organismo do indivíduo para causar uma reação natural mágica, modificando a aparência dele para de um Elfo Vigeano... Preciso averiguar de como ficarão as vestes das pessoas, já que o corpo delas se tornarão muito esguio, alto e esverdeados. Hmm... ainda falta aqueles que não irão querer tomar o suco...

*Para ajudar a espalhar sua magia de metamorfose, Gimmo invoca duas pequenas fadinhas de seda. Criaturinhas minúsculas e voadoras capazes de jogar gotas de cytoplasma na bebida sem serem notadas.

*No primeiro passo da maquinação, Gimmo se dirige à cabana de Farid, falando com o gentil Azorius

-Olá Gentil Azorius! Notei seu belo ato e também as dificuldades que tem passado com os cidadãos mais arrogantes. Também passei por isso a pouco e resolvi lhe doar um barril de suco de delicioso Tutti-Frutti Frog! Poderia doar um copo para os que doarem peças também? Vamos tornar o dia mais doce!
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(Cyrus) (Iras)(Magnus)(Juliette)

Mensagem  Gimmo em Outubro 30th 2013, 17:52

*Ainda em suas maquinações. Gimmo se dirige à Cyrus e Iras com uma bandeja do suco metamorfo, acompanhado com uma de suas fadinhas ladinas no bolso.

*Ao se aproximarem deles, o enorme elfo se agaixa cordialmente, como um garçom, servindo as bebidas.

-Olá belo casal Izzet! Estou ajudando Farid da cabana de doações a distribuir este delicioso suco de Tutti-Frutti Frog! (Apontando para a Cabana, seu álibi perfeito) É ideal  para uma tarde como hoje!

*Embora ingênuo, Gimmo era sábio e preveria que talvez o casal izzet recusasse sua bebida. Enquanto falava com Iras e Cyrus, sua fadinha pilantra coloca uma gota de citomorfa no chá do casal, com astúcia implacável.

*A segunda fada voava em direção ao bar (o mesmo que Gimmo pegou um barril emprestado). Antes de sabotar todas as bebidas do local, Ela vê Magnus e Juliette, e um sorriso malicioso brilha eu seu rosto verdinho. Invés de colocar a gota de metamorfose em ambas as bebidas do casal, a ordinária fada coloca apenas no copo de Juliette. Ansiosa por sua traquinagem acontecer, ela não volta para Gimmo, fica no bar escondida entre as garrafas para assistir sua brincadeira acontecer.

-Ótimo, daqui alguns instantes, todos que tomarem a poção ou ingerirem bebida com gotas de citomorfas irão se tornar elfos verdes, altos e esguios... Espero que os efeitos colaterais não os transformem em sapos também... Disse Gimmo Riv ansioso, com uma fada em seu ombro também ansiosa.
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> Farid

Mensagem  Narrador em Outubro 30th 2013, 22:08

Thysa olhava entediada enquanto o azorius falava, mas não desatenta, por fim batia palmas.

CLAP... CLAP... CLAP...

Então cruzava os braços.

Eu confesso que quase chorei com suas palavras mago... você tem um dom nato para o drama... mas pouco para economia e para o status quo do plano... você é mesmo um azorius?

A orzhov então dava alguns passos, parando ao lado de um monde de roupas de doação, as olhava com um interesse desinteressado.

Minha guilda e os azorius... exigem impostos e tributos para equilibrar a balança comercial de Ravnica... bem como manter seus serviços em funcionamento... se houveram aqueles que perderam todos os seus rendimentos nisso... simplesmente não foram competentes o bastante em seu serviço... ou fizeram escolhas erradas... ou talvez não louvaram suficiente aos deuses...

Ela sorria então irônica ao pronunciar a palavra deuses, partia para uma outra pilha de roupas, agora de costas para Farid.

Roupas velhas servem ao lixo... enquanto existirem roupas, outras tantas deixam de ser compradas... e a economia pára... se os mascates não são o suficiente novos surgem ou os atuais ampliam seus negócios... a economia cresce e Ravnica enriquece...

Thysa então volta-se para o mago, com as mão juntas sobre o ventre, caminhando lentamente.

Privilégios são conquistados com trabalho... e continuação de trabalho por gerações... frio... fome... falta de perspectiva... existem muitos... chegou no ponto exato...

A orzhov apontava para um maltrapilho que se esgueirava próximo de um dos montes de roupa, com o rosto coberto com touca e ataduras.

Me diga... qual o valor daquele ser para Ravnica... senão um peso morto... que consome apenas doações... rouba por vezes... e deixa a cidade infestada com seu odor... o que ele contribui para nossa cidade?... nada... absolutamente em nada... pelo contrário... prejudica a economia... me parece muito mais útil com sua carne em um thrull serviçal... e sua alma iluminando os corredores de Orzhova...

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> Iras e Gimmo

Mensagem  Cyrus em Outubro 30th 2013, 22:59

Tão linda, as madeixas claras emoldurando o rosto, um rosto corado e de sorriso tímido, a pele clara, tão contrastante com o tecido delicado e escuro do vestido, este que deixava à mostra as curvas provocantes de uma dama: o pescoço esguio e os ombros languidos, concentração, ele exigia de sua mente, mas ela parecia vaguear e criar desejos e cenas, seu cabelo novamente tendia ao claro e soltava faíscas e chamas repentinas.

C-congelar? Mas você parece ser tão quente...

Acabara de arrepender-se do que tinha dito logo após dizê-lo, o que foi aquilo? De onde veio a idéia de jerico? Felizmente, Iras retoma a conversa propondo pagar um novo chá, o vestido estava seco, Cyrus se endireita e ajeita os óculos no lugar, reveza o olhar entre o rosto da izzet e o chão, enquanto disfarçadamente coça a cabeça e passa a mão no cabelo para conter as eventuais chamas.

Não precisa! E a culpa foi minha mesmo! Eu sou distraído!

Ele sorria sincero e um pouco sem graça, logo quando é surpreendido por Gimmo, um simic estranho que os denomina casal, ele sente o corar subindo do pescoço até a testa, e as chamas agora apareciam de verdade, ainda que tênues entre suas mechas, ajeitava os óculos uma dúzia de vezes e fazia o mesmo com o colarinho da camisa, embaraçado apanha um dos copos da bebida.

Obrigado! Nós não somos, ou somos, ou... GLUC!

Agradece e logo toma um grande gole, como se fosse a solução pros seus problemas, e enquanto degusta espera pela resposta de Iras para talvez uma das únicas perguntas que não soubesse responder.

Segundos depois...

COF! COF! COF!

A tosse vem repentina, mas persistente e aumentando de intensidade, ao nível molecular do corpo do meio-dragão as moléculas do citoplasto do suco começam o seu trabalho, e o DNA humano de Cyrus começa a ser substituído por bases e sequências da raça élfica, ele continua a tossir até cair de joelho, sua pele começa a adquirir um tom esverdeado e suas orelhas levemente pontudas.

Argh! O que está acontecendo? COF! COF!

O DNA humano é então 100% substituído pelo artificial élfico infundido pelo citoplasto, que agora começa a metade dragão, mas bastaram duas bases, o DNA dragão, ao contrário do humano, é complexo e poderoso, e ao sentir o contato do agressor, fez o que um dragão faria, se enfureceu, cresceu e soltou uma baforada.

E a "baforada" varreu o DNA inteiro de Cyrus, a super expressão do DNA dracônico não só aniquilou a intrusão do citoplasto, como ocupou o lugar da parte humana. O izzet tossia mais forte agora, seus óculos caíam para frente aos pés de Iras, ele contorcia-se, seus músculos começavam a crescer, sua pele do verde rumava do esverdeado para o vermelho, e ganhava escavas, apêndices começavam a brotar de suas costas.

Iras... ARRRRRGHHH!!!!

Ele então aumenta assustadoramente de tamanho mais uma vez, as roupas vão se rasgando, as mãos são tomadas por garras, nasce a cauda e as asas, os festejantes começam a correr e gritas por todos os lados em volta do izzet.

Iras! Corra agora! ARRRRGHH!!!!

A voz sai gutural, seguida de um rugido, e mais transformações, e dores, o tamanho aumenta, aumenta, gritos e correria, pânico, até que um novo Niv-Mizzet, surge em meio a praça.

ROAAAAARRRR!!!!!!
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> Juliette

Mensagem  Magnus em Outubro 31st 2013, 02:54

Que mulher! Cada movimento feito por ela, cada palavra e cada simples gesto parecia programado para seduzir ou provocar - não só a Magnus, como outros curiosos -, algo que alguns chamariam de muitas coisas, como até "instinto assassino". Magnus segurava um sorriso, torcendo de leve o canto da boca, logo se ajeitou, virando o rosto para o atendente do bar

Magnus: Ei, amigo, me trás duas taças e uma garrafa fechada de seu melhor champanhe.

Voltou rapidamente sua atenção para a dama novamente, dando um sorriso provocativo

Magnus: Não sou mentiroso, milady, apenas... Paciente.

A bebida é então colocada sobre o balcão junto com as taças; O boros abre a garrafa e serve a bebida

Magnus: Alias... Karlatos, Magnus Karlatos, ao seu dispor...

Fez uma reverencia com a cabeça, entregando  a bebida com sua mão direita lentamente. Demoraria um pouco para que a gritaria mais distante chegasse até Magnus, um simples humano - Ou não tão simples assim
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Re: Evento - Festival do Pacto das Guildas VII

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